UN LUGAR DE ENCUENTRO

Este blog nace con la idea de ser un punto de consenso entre todos aquellos que nos revestimos de mandil y guantes por encima de estructuras

lunes, 12 de diciembre de 2011

O Capítulo Holandês do Rito Moderno Francês De Roos (1ª)




El Hermano Jean van Win , al que  tuve el placer de conocer en el Congreso de Rito Moderno de Barcelona, y de ser junto a él y a otros Hermanos como: Hervé Vigier, o Joaquín Villalta, Yves Bannel  y J-C. Villant y Bonachi Batalla  redactores y firmante juntos a otros muchos  de la ya famosa CARTA DEL RITO MODERNO DE BARCELONA  2011, es un intenso investigador que durante años ha estado recopilando datos  acerca de la reconstrucción de las Ordenes de Sabiduría en Francia, hasta llegar a la "terrible explicación de que la famosa Patente del Capitulo de Roos, era inexistente.
O sea que toda la reconstrucción que se hizo desde Francia apoyándose en dicha Patente se cae en su explicación de continuidad iniciática, no así aquellos que fueron a buscar las Patentes al Brasil.
Ese proceso que yo en resumido en tres palabras, nos lo desarrollará Jean Van Win en unos cuantos folios que supongo abarcaran unas cuatro entregas.
Espero que los hablantes (portugueses, y brasileños) sepan apreciar toda esta aportación que más adelante iremos traduciendo al castellano.
Víctor Guerra

O Capítulo Holandês do Rito Moderno Francês De Roos 
Diz-se, por diversas fontes e em muitos lugares, que o renascimento da Ordem de Sabedoria do Rito Francês entrou na Europa através do canal da Holanda.
Esta bela história, romântica, antiga e sedutora, foi resumida pelo Irmão Pierre Petitjean, na edição 37 de julho de 2006 da revista a Cadeia de União, Revisão de estudos maçônicos, filosóficos e simbólicos publicada sob os auspícios do Instituto Maçônico da França, presidido pelo Irmão Roger Dachez, numa revista trimestral publicada pelo Grande Oriente de França.
Aqui vai um resumo dos fatos expostos na página 79, que iremos analisar e comentar durante este estudo.
I. A história e a lenda.
         A história usual.
"Em meados do século XIX, os capítulos trabalhando no Rito Francês desapareceram... O renascimento terá lugar mais de cem anos depois, graças à tenacidade de quinze irmãos do Grande Oriente da França... Eles se filiaram ao capítulo De Roos, em Haia (Holanda), o último capítulo francês na Europa a que, depois pediram uma licença para estabelecer em Paris, em 30 de novembro de 1963, um novo capítulo que eles chamaram Jean-Théophile Desaguliers...

"Estes são os extratos mais significativos da prancha gravada da sessão inaugural deste capítulo:

"O ano de mil novecentos e sessenta e três e, da morte de Nosso Redentor mil novecentos e trinta, no 30º dia do 8º mês da Verdadeira Luz 5963, dia de Santo André da Escócia (30 de novembro da era vulgar), quinze Cavaleiros da Águia, Maçons Perfeitos livres e Soberanos Príncipes Rosa Cruz reuniram-se no Vale de Paris no Oriente de Heredom, no ponto correspondente ao Zênite, em um lugar muito forte, muito retirado e bem coberto onde reinam a Fé, a Esperança e a Caridade (13, villa des Acacias 9 bd Jean Mermoz em Neuilly-sur-Seine, às 10:00 horas da manhã).
"Esses quinze Cavaleiros, todos membros do Soberano Capítulo De Roos no Vale de Haia, são, em ordem alfabética de nomes, os IIrr.´. Paul A., Edouard F., Serge D., Pierre F., Jean de F., Jacques G., Pierre M., Vicente P., Pierre de R., Albert R., Hartmut S., Christian V., iniciados no seio deste capítulo; René Guilly e Jacques M., regularmente afiliados ao seio deste capítulo, Henri van Praag, Mestre Perfeito Fundador [1] e responsável por este capítulo. Está ainda presente o Ir.´. CJR, membro visitante do Soberano Capítulo De Roos, Vale de Haia. O Trono da Sabedoria é ocupado pelo Mui Ilustre Irmão van Praag, de maior idade[2].
"O Mui Sábio e Mestre Perfeito Henri van Praag declarou que ele estava de posse de prancha gravada de quinze Cavaleiros presentes, até este dia membros do Soberano Capítulo De Roos no Vale de Haia, e expressando o desejo de praticar no Vale de Paris, no seio de um Soberano Capítulo francês, sob o título distintivo de Jean-Théophile Desaguliers os quatro graus que lhes são caros: os de Eleito, de Escocês, de Cavaleiro do Oriente e Soberano Príncipe Rosa-Cruz... O Mui Sábio e Perfeito Mestre, em virtude dos antigos privilégios dos Soberanos Príncipes Rosa Cruz, Cavaleiros da Águia, Maçons Perfeitos Livres declara, assim, constituído no Vale de Paris, no dia de Santo André da Escócia, o Soberano Capítulo Jean Théophile Desaguliers.”
"A importância desta criação não pode ser compreendida a não ser a colocando na longa história de Rito Francês. Como dirá mais tarde, por ocasião do quadragésimo aniversário deste Capítulo, o Irmão Roger Dachez:” O que podia parecer o início de uma aventura já era o resultado de uma jornada bastante longa. Esta aventura - pois esta era uma, e esperamos que seja sempre uma - que durou uma dezena de anos, originou-se, naturalmente, no seio do berço histórico do Rito Francês, quer dizer o Grande Oriente da França." [...].
"Para os IIr.´. da R.F.M.R. no início dos anos sessenta, muitos deles detentores do grau 18 do REAA, contentarem-se com uma equivalência arbitrária, proclamar que a homonímia de títulos justificava em si a legitimidade de um renascimento dos Altos Graus do Rito Francês fora do seu lugar de origem, o GODF, parecia maçonicamente difícil de aceitar.”
O mito imaginário.
"É então que se manifesta a Providência, sobre a qual Chamfort dizia que ela era não mais que o nome de batismo do acaso... Contatos foram feitos, de maneira fortuita[3], com o Mui Sábio e Mestre Perfeito de um Capítulo que qualificaremos como "fóssil Maçônico", o Capítulo De Roos, que os franceses haviam fundado sob o Primeiro Império, em uma Holanda anexada, quando Haia, capital do departamento de Bouches-de-la-Meuse, estava maçonicamente dentro da autoridade do Grande Oriente de França.
"Este capítulo francês tinha sobrevivido, o tempo não tinha querido aboli-lo, e no meio do século XX, ainda subsistia, nunca tendo deixado de existir, aparentemente sem se dar conta de ter-se tornando o último conservatório dos Altos Graus do Rito Francês."
"Como sabemos, naquela época, a elite educada dos Países Baixos costumava falar e cultivar a língua francesa. O Mui Sábio do Capítulo até mesmo a ensinava. A ligação foi facilmente estabelecida[4] e o resto seguiu sem dificuldade. Os irmãos foram recebidos na IVa. Ordem em Haia, e alguns meses depois, o Soberano Capítulo Francês Jean-Théophile Desaguliers foi fundado em Neuilly, assumindo imediatamente a função natural de "Capítulo Metropolitano para a França", já que a ele cabia agora a tarefa difícil de carregar sozinho, por muitos anos, a tocha das Ordens Capitulares do Rito Francês".
"O Capítulo De Roos, desde muito tempo não trabalhava na quarta ordem, conferindo as três primeiras Ordens por comunicação, o que os IIrr.´. do Soberano Capítulo Jean-Théophile Desaguliers obviamente não queriam fazer.
Esta história, bastante mítica conforme vamos tentar demonstrar, é contrariada pela narrativa que dão dois dos principais protagonistas da época, René-Jacques Martin [5] e René Guilly. Em particular, os contatos feitos por acaso e a conexão que foi estabelecida com facilidade, que descrevemos acima, indicam o estabelecimento de uma relação recente.
Temos a felicidade de tê-los conhecido e ter frequentado os dois grandes Renés, e de ter trocado com cada um dos dois correspondência importante que hoje, na hora certa, vai permitir, além do mito, estabelecer a realidade histórica desses eventos tão importantes para iluminar o Renascimento do Rito Moderno Francês na Europa.
Chamamos agora a atenção para uma lacuna de dimensão na história do MII Roger Dachez. Nada é relatado sobre a existência de um capítulo De Roos fundado em Medan, nas Índias Orientais Holandesas, da qual Henri van Praag era membro e Rosa Cruz. Voltaremos em detalhe abaixo.
Nada é dito, também, sobre "franceses" bem imprecisos que teriam fundado o De Roos sob o Império francês, na Holanda. A maioria das lojas deste país traz orgulhosamente um título distintivo em língua francesa ou latim, e é surpreendente que, sob o Império, enquanto os capítulos faziam parte quase todos de uma loja simbólica, franceses (!) teriam preferido dar-lhe um título distintivo... holandês! Aqui estão alguns exemplos, e deve-se notar que em muitas lojas e capítulos, falava-se francês nesta época, e até mesmo hoje, já que o autor dessas linhas foi oficial em um capítulo de Rito Holandês em Leiden, na Holanda, que ainda trabalhava em francês em 1995. Eis alguns exemplos de títulos distintos de lojas holandesas dos séculos XVIII e XIX:
  1. Les Amis Réunis
  2. L’Aurore
  3. La Charité
  4. La Bien-Aimée
  5. Concordia Vincit Animos
  6. La Constance
  7. Credentes Vivent ab Illo
  8. L’Espérance
  9. Fides Mutua
  10. Frédéric Royale
  11. Guillaume aux Dix-Sept Flèches
  12. La Paix
  13. La Parfaite Union
  14. La Philanthrope
  15. Le Profond Silence
  16. Ultrajectina
  17. L’Union Frédéric
  18. L’Union Provinciale
  19. L’Union Royale
  20. La Vertu
  21. Vicit Vim Virtu

Enfim, os bancos de dados de várias instituições maçônicas holandesas consultadas não fornecem qualquer capítulo com o título De Roos exceto por um capítulo não reconhecido que trabalhava em Medan, nas Índias Orientais Holandesas, sem qualquer constituição, como demonstraremos. Por fim, evocamos às vezes a loja militar de um regimento francês de ocupação, que não deixou traço nem na França nem na Holanda. Nunca qualquer prova documental foi apresentada para estabelecer e sustentar estas diversas alegações.
Vejamos primeiro como se desenvolveu a Maçonaria de altos graus nos Países Baixos. Daremos a seguir a palavra aos principais protagonistas da Renascença do Rito Moderno Francês na Europa.
Nascimento e desenvolvimento dos Altos Graus Modernos Franceses nos Países Baixos
[Extrato de folha DIN A4, três partes dobra dupla frente e verso, publicado em holandês pelo Supremo Conselho da Ordem dos Maçons sob o Grande Capítulo de Alto Graus dos Países Baixos. Tradução literal por Jean van Win).
"Após a penetração da Maçonaria na Holanda por volta de 1730, outras formas de trabalhos maçônicos ali penetraram rapidamente, principalmente oriundas da França. Logo após a constituição de lojas maçônicas em nosso país apareceu a prática daquilo que viria a ser chamado mais tarde de Altos Graus. Nas atas de uma das cinco lojas fundadoras que participaram na criação da Ordem dos Maçons, já se menciona em 12 de setembro de 1756, que esta loja trabalhou nesta mesma noite, "à escocesa" (esta qualificação nada tem a ver com o Rito Escocês; sua origem deve ser procurada nos meio dos Stuart emigrados para a França), pretende este folheto.
"Uma loja escocesa tinha o mesmo nome que sua loja-mãe e tinha os mesmos membros que esta última. Não havia qualquer consistência no trabalho nem na organização de lojas escocesas. Desde 1774, vários esforços foram feitos para colocar as lojas escocesas sob a autoridade de uma administração superior (hoofdbestuur). Havia naquela época 24 lojas escocesas no país. Poucos dias depois da reunião de Grande Loja das Lojas Simbólicas, estas oficinas foram convocadas em 20 de maio de 1776 para uma reunião em Haia. O objetivo da reunião era a constituição de uma Grande Loja Escocesa, que devia servir para "apoiar e despertar a maçonaria azul em declino e cada vez mais enfraquecida". A reunião resultou na criação de um Regulamento (Wetboek: Volume da Lei) no qual se falava apenas de Eleitos e Escoceses.
"A segunda reunião da Grande Loja Escocesa teve lugar em 19 de maio de 1777, as atas fazem, pela primeira vez, referência a "Capítulos Escoceses". A terceira reunião da Grande Loja Escocesa foi realizada em 18 de maio de 1778, a quarta e última em 5 de junho de 1786.
"A Assembleia Constituinte que deveria erigir o Grande Capítulo dos Altos Graus (Hoofdkapittel der Hoge Graden) foi realizada em 15 de outubro de 1803. Este órgão jurisdicional, independente do Grande Oriente dos Países Baixos, recebeu a soberania sobre os seguintes graus:
§  Eleito ou Mestre Eleito;
§  Cavaleiro de Santo André (que constitui os graus Aprendiz Escocês, Companheiro escocês e Mestre Escocês);
§  Cavaleiro da Espada ou do Oriente;
§  Soberano Prince da Rosa Cruz.
"Originalmente, apenas os três primeiros graus eram praticados, e o grau de Rosa Cruz era conferido por comunicação. Este grau assumiu, entretanto, uma importância cada vez maior devido ao seu conteúdo, a tal ponto que os trabalhos dos capítulos seriam limitado apenas a este grau, e os outros três graus se veriam conferidos por comunicação (1854).
"O ritual do grau de Rosa Cruz concebido em 1803 expressava, segundo a opinião de diversos irmãos, um perfume cristão dogmático, no qual cada um dos irmãos não podia se encontrar. Ao longo dos anos, este ritual foi desafiado por diversos capítulos, o que, eventualmente, levou à sua supressão. Quando da elaboração do ritual de 1937, partiu-se da ideia de que, levando em conta o caráter religioso do grau, podia-se conceber que o sentimento religioso do grau de Rosa Cruz era de natureza universal e que não estava ligado a um culto (godsdienst) em particular.
Os Altos Graus Históricos, raízes da nosso ritual holandês.
[…]
por analogia com a série de sete graus do Rito Francês ou Rito Moderno que o Grande Capítulo dos Altos Graus, quando de sua constituição em 1803, baseou e construiu sua estrutura sobre sete graus.
"Devido ao plano reformador de 1786, resultante do trabalho da comissão ad hoc do Grande Oriente de França, o Rito Francês ou Rito Moderno foi composto como segue, em contato direto com os três graus simbólicos:
-            Primeira Ordem: Mestre Eleito
-            Segunda Ordem: Mestre escocês
-            Terceira Ordem: Cavaleiro do Oriente
-            Quarta Ordem: Cavaleiro da Rosa Cruz.
[…]
"Essas três ordens são chamadas, desde 1854, de "Altos Graus Históricos".
Elas constituem os três graus intermediários da Ordem dos Maçons sob o Grande Capítulo dos Altos Graus dos Países Baixos.
"A partir da quarta ordem surge o grau de Soberano Príncipe da Rosa Cruz (Soeverein Prins van het Rozekruis). Fim da Citação.
O mesmo texto é encontrado textualmente no panfleto holandês intitulado "Rituaal van de Graad van Soeverein Prins van het R+, 1937" (Ritual do Grau de Soberano Príncipe da Rosa Cruz, 1937), reeditado em 1992 pela Ordem dos Maçons sob o Grande Capítulo de Altos Graus na Holanda, panfleto prefaciado pelo Ir.´. J.A. Veening, Grão-Mestre da Ordem.

Conclusão: fica claro a partir desses documentos oficiais que jamais os Altos Graus dos Países Baixos trabalharam segundo o Rito Moderno Francês, apesar de terem sido constituídos por analogia com este sistema, mas também parece que eles jamais receberam uma patente do Grande Oriente de França. As mais altas autoridades maçônicas batavas, como, por exemplo, o professor Dr. Jan Snoek, atualizam hoje esta afirmação, como veremos um pouco mais adiante, e os Países Baixos sempre praticaram esses Altos Graus holandeses segundo suas necessidades específicas, e com total independência.  
As histórias publicadas na França sobre a Maçonaria holandesa são contraditórias, obscuras e pouco confiáveis. Elas também são incompletas e tendenciosas. A existência de um "capítulo fóssil" do Rito Francês nunca foi provada e este último nunca, obviamente, foi identificado e de resto nunca teria podido existir.

 Agora, portanto, é a hora de dar voz àqueles que viveram estes acontecimentos, e que deixaram um registro autorizado e definitivo.


[1] Grifo do autor.
[2] Nascido em 1893, o Ir.´. van Praag tinha, então, 70 anos.
[3] Grifo do autor.
[4] Grifo do autor.
[5] Amigo pessoal e "associado" de René Guilly na época, e em seguida, rompeu com ele e retirou-se para o norte da França, onde se se tornaria o Grão-Mestre da GLISRU (Grande Loja Iniciátia e Simbólica dos Rito Unidos). Ele fundou em Lille, no Boulevard de la Liberté, um capítulo misto de Rosa Cruz do Rito Moderno Francês, do qual o autor destas linhas fez parte por volta de 1990.
[6] Geschiedenis van het Hoofdkapittel der Hoge Graden in Nederland, door P.J. van Loo, 1953, p. 117 (História do Grande Capítulo dos Altos Graus dos Países Baixos).

Jean van Win.   Vº Orden de las Ordenes de Sabiduría
Muy Sabio del Capitulo Prince de Ligne (Bélgica) 
Miembro de la Academia Internacional del Vº Orden del Rito Moderno/UMRM

jueves, 1 de diciembre de 2011

La Logia \ “Isis Luz del Este” Nº 21, primera que trabajará en Rito Egipcio en el GOFMU


GRAN ORIENTE DE LA FRANCMASONERIA DEL URUGUAY
Libertad – Igualdad – Fraternidad / Libertad Absoluta de Conciencia






 COMUNICADO DEL CONSEJO DE LA ORDEN


Levantamiento de Columnas de la R\ L\ “Isis Luz del Este”
Nº 21, primera que trabajará en Rito Egipcio en el GOFMU


A las Obediencias de la Amistad;
A todos los Hermanos y Hermanas que la presente vieren,
Salud – Fuerza – Unión


El Gran Oriente de la Franc-Masonería del Uruguay – GOFMU, tiene el agrado de anunciar a la Familia Masónica, que el próximo día Viernes 2 de Diciembre de 2011 e\v\ tendrá lugar en nuestra Casa Masónica de Montevideo (calle San José 934) una Solemne Ceremonia de Levantamiento de Columnas y Encendido de los Fuegos de la Resp\ Logia Isis Luz del Este Nº 21.

Este nuevo Taller del GOFMU, viene a agregar un eslabón más a la Cadena de Unión de la Masonería de Progreso presente en el territorio uruguayo, en un año masónico 2011 de crecimiento y consolidación obediencial, que vio el nacimiento de la Resp\ Logia Salvador Allende en el Oriente de Melo, Departamento de Cerro Largo, y del Triángulo Perseverancia en el Oriente de Tacuarembó; culminando ahora con la fundación de este nuevo Taller, en vísperas de nuestra XIV Gran Asamblea del GOFMU que tendrá lugar los días 16 y 17 de Diciembre próximos.

La Resp\ Logia Isis Luz del Este Nº 21, comenzará su actividad, luego de varios meses de trabajos preparatorios, constituida por 16 Hermanos y Hermanas. Trabajará en el Oriente de la Ciudad de la Costa, Departamento de Canelones.

Esta Logia trabajará en Rito Egipcio, introduciendo en nuestro Gran Oriente la práctica de un nuevo Rito Masónico, consolidando su pluralidad en materia de sensibilidad ritualística. El GOFMU tiene desde 1998, como Rito de Fundación y de trabajo de sus instancias oficiales al Rito Moderno (o Francés); en el año 2001 introdujo en los trabajos el Rito Escocés Antiguo y Aceptado (REAA). Ahora, diez años después, luego de una consolidación y presencia de muchos Talleres en los Ritos señalados, protagoniza una nueva apertura hacia un tercer Rito, en una persistente, aunque prudente, vía de innovación y experimentación masónicas, que abra nuevas posibilidades para el estudio y práctica de las diversas sensibilidades masónicas.

El Rito Egipcio que trabajará el GOFMU, es el practicado por el Gran Oriente de Francia (quién lo recibe o hereda desde principios del siglo XIX), y adaptado a la filosofía y prácticas existentes en el GOFMU.

Con la introducción en nuestros trabajos ritualísticos del Rito Antiguo y Primitivo de Memphis-Misraim, buscamos, no sólo facilitar el conocimiento de un nuevo horizonte o paisaje de estudio e investigación masónica, sino además recuperar el ejercicio de una metodología y sensibilidad masónica tradicional, que por múltiples causas que no son a detallar aquí, ha sido parasitado y alienado por corrientes seudo esotéricas, ocultistas o mágicas que nada tienen que ver con la francmasonería, cayendo muchas de ellas en enfermizas aberraciones que han conducido a falsificaciones y engaños acerca de las intenciones masónicas. Mucha gente, muchos Hermanos y Hermanas han sido engañados, incluso estafados, en su inocencia y buena fe. En el Uruguay este Rito no ha tenido ni una penetración ni una impronta seria, salvo en grupos marginales y fuertemente controvertidos.

Las vertientes provenientes entonces de los Ritos de Misraim y Antiguo y Primitivo de Memphis, este último unido al Gran Oriente de Francia en 1862 con los Ilustres Hermanos Louis Blanc y Giuseppe Garibaldi - quien finamente logró unificar los dos ritos en 1881, siendo su primer Gran Maestro - ha sido canalizador histórico de la doble dimensión espiritual y progresista social de este rito, que fomentó muchas de las expresiones librepensadoras, republicanas, laicas y libertarias más radicales. Son estas vertientes tradicionales por las que el rito fue varias veces prohibido debiendo pasar a la clandestinidad, y por el que muchos Hermanos han dado sus vidas, defendiendo esos ideales, los que estamos rescatando e intentamos revalorizar en este resurgimiento.

El Consejo de la Orden del GOFMU, al fomentar la creación de nuevas Logias, y la experimentación y la práctica masónica, cree firmemente continuar por el camino que se impuso desde su fundación: ser un factor de evolución proyectando nuestra tradición hacia el futuro, expandir los ideales masónicos de progreso, promover el pluralismo ritualístico; llevar la masonería liberal y adogmática a todo el territorio uruguayo y facilitar a nuestros Hermanos y Hermanas sus propias búsquedas personales, al tiempo de trabajar firmemente aportando a construir nuestra sociedad en todos los planos.

Esperamos confiados que el nuevo Taller, Isis Luz del Este, como indica su propio nombre, sea un lugar de búsqueda del conocimiento y de la sabiduría, y propague en su entorno nuestros valores y principios, en la infatigable tarea de Construir el Ser Humano, y Construir la Sociedad.


Oriente de Montevideo, Uruguay, 28 de Noviembre de 2011 e\ m\

  
Consejo de la Orden del GOFMU

lunes, 21 de noviembre de 2011

MIcheline Milot : Como separar la Iglesia del Estado


UNA RECONOCIDA SOCIOLOGA CANADIENSE EXPLICA EL LAICISMO Y LA DIVERSIDAD CULTURAL EN SU PAIS  Cómo separar la Iglesia del Estado

De paso por Buenos Aires, Micheline Milot contó cómo la Corte Suprema de Canadá viene marcando límites a los intentos de grupos religiosos de imponer sus ideas. El aborto, el matrimonio igualitario, el velo de las musulmanas, el multiculturalismo.




 Por Mariana Carbajal/ PAGINA 12

“Cada vez que existió un intento de la Iglesia Católica de ejercer un poder indebido sobre los individuos en Canadá, las sentencias de la Corte Suprema siempre hicieron recordar que en nombre de la igualdad el Estado debía ser neutro”, destacó la socióloga canadiense Micheline Milot, durante una conferencia que brindó en Buenos Aires sobre “Estado laico, religión y diversidad cultural”, en su país. Profesora en el Departamento de Sociología de la Universidad de Québec, en Montreal, Milot es miembro del grupo Sociedades, Religión y el Laicismo en el Centre National de la Recherche Scientifique de París, y experta en el tema en el Consejo de Europa. Con tono didáctico, dio ejemplos de los límites que viene marcando el tribunal supremo a los intentos de grupos religiosos de imponer sus valores o preceptos morales en políticas públicas. Y despertó en el auditorio un sentimiento, tal vez inesperado para ella: envidia. Además, Milot explicó las razones del éxito del multiculturalismo en Canadá, donde –a diferencia de Francia– a las mujeres musulmanas se les permite llevar el velo islámico en espacios públicos como escuelas y hospitales.

“En Francia la prohibición de llevar símbolos religiosos en espacios públicos se impuso con el argumento de la laicidad y en nombre de la autonomía de la mujer y de su dignidad. En Canadá, en nombre de la autonomía y dignidad, la mujer musulmana tiene derecho a llevar velo. El único lugar donde genera problemas es en Quebec, donde una parte de la población le gustaría importar el modelo francés”, dijo Milot.

¿Por qué ir con el rostro cubierto implica dignidad para una mujer musulmana?
En Canadá no hay mujeres que usen la burka como en Afganistán. La mayoría de las inmigrantes musulmanas en Canadá son marroquíes, libanesas. Usan nikad, el velo islámico. Para poder utilizar servicios en una institución pública como hospitales o escuelas tienen que poder ser identificadas, tienen que corrérselo de la cara, pero pueden mostrar su rostro a otra mujer y no necesariamente a un hombre. Pero un médico no tiene derecho a negar la atención a una mujer que no quiere sacarse el velo. Hay también inmigrantes de Arabia Saudita y de Siria, suelen ser muy instruidas, trabajan en bancos, pero no están en contacto con el público, con los clientes. La pregunta que hay que hacer es si el Estado puede tener injerencia en cómo las personas se visten explicó.

En Canadá la respuesta es un rotundo “no”.

Especializada en sociología (Micheline  MIlot) de la religión, laicismo y multiculturalismo, la investigadora canadiense estuvo en Buenos Aires, y entre otras actividades, dio una conferencia sobre la experiencia canadiense de laicidad y diversidad cultural en el marco de los 40 años del Centro de Estudios e Investigaciones Laborales (CEIL) del Conicet.

En Canadá, contó, están autorizados los matrimonios entre personas del mismo sexo. “Se planteó un problema interesante: los manuales escolares incluían ilustraciones de familias de una mamá y un papá, de dos mamás y de dos papás. Un grupo de padres católicos y protestantes se opusieron a que sus hijos fueran expuestos a tipos de familias contrarias a sus valores religiosos y llegaron a la Corte: sostuvieron que eran demasiado jóvenes para estar expuestos a modelos de familias tan diversos. Pero la Corte rechazó todas las críticas y dijo que no se puede impedir educar en la tolerancia, dado que debemos enseñar a vivir en una sociedad que incluya la diversidad.”

La laicidad es un pilar fundamental de la sociedad en Canadá. Pero el Estado nunca tuvo que conquistar su autonomía de los poderes religiosos, como en México y Uruguay. “Ninguna Constitución en Canadá habló de la relación de las iglesias y el Estado. El Estado nunca tuvo que conquistar su autonomía con respecto a las iglesias porque ninguna Iglesia estaba ligada al Estado”, detalló durante la conferencia. “Québec es la única sociedad francófona y de tradición católica en América del Norte”, apuntó. La primera Constitución de Québec, de 1774, reconoce la libertad de cultos a los británicos. “Fue el primer reconocimiento de este tipo en el Imperio Británico. En esa Constitución no se impone ninguna exigencia religiosa para el acceso a cargos públicos”, indicó.

 ¿Cómo se instrumenta la laicidad en un país que nunca mencionó en sus instrumentos jurídicos aspectos sobre el concepto de laicidad? “La neutralidad del Estado se logra a partir de la separación del Estado y los grupos religiosos. La neutralidad no es una abstención del Estado sino una intervención que permite que se pueda garantizar los derechos de la laicidad”, señaló la especialista. “No hay una laicidad perfecta o ideal hacia la cual tender como sociedad”, agregó y advirtió que: “El régimen de laicidad tiene que estar constantemente ajustándose frente a nuevas situaciones que surgen en las sociedades”.
Las presiones de los grupos religiosos mayoritarios existen. Pero “la diversidad de grupos religiosos es lo que debilita el poder de cada uno de ellos”, explicó. Los tribunales, contó Milot, funcionan como foros democráticos: de otra forma “las voces de la minoría no podrían ser escuchadas en el foro político. Se trata de una justicia independiente y autónoma que se vuelve un foro donde pueden ser debatidos temas controvertidos para proteger a aquello que Tocqueville llamaba tiranía de las mayorías”, señaló durante la charla.
“Cada vez que existía un intento de la Iglesia Católica de ejercer un poder indebido sobre los individuos, las sentencias de la Corte siempre hicieron recordar que en nombre de la igualdad el Estado debía ser neutro”, subrayó. Canadá se rige por el Derecho de Costumbres, la jurisprudencia tiene casi el poder de las leyes. “En el siglo XVIII y XIX los curas decían en las iglesias por qué partido votar y amenazaban a los fieles con quitarles los documentos y verificaban en el confesionario por quién votaban. Durante el siglo XIX se dictan leyes que penalizan a las personas que quieran influenciar a otras para votar”.

El aborto fue despenalizado en 1988. “Es una cuestión muy importante en Canadá –destacó la experta–. Durante mucho tiempo las mujeres lucharon por ese derecho. Cuando no era legal muchas mujeres morían por abortos clandestinos. Fue determinante la acción de un médico, Morgan Taylor, quien llevó el debate a la Corte Suprema. Durante 30 años trabajó en la apertura de clínicas que hacían abortos en condiciones sanitarias. 

Fue perseguido por la Justicia. Los cristianos ponían bombas en sus clínicas. Este médico decía que el problema real era que las mujeres morían por las condiciones ilegales del aborto. Planteó que el aborto no era una cuestión ideológica sino de salud pública y la Corte invalidó la penalización del aborto. Pero despenalizar el aborto no es suficiente: es necesario que el Estado otorgue los medios para que todas las mujeres puedan acceder a clínicas de calidad. A partir de esta sentencia todas las mujeres tienen derecho a realizarse un aborto en clínicas de calidad”, explicó. Como consecuencia de despenalización y la legalzación, la mortalidad por abortos se eliminó en Canadá.

–En Argentina grupos religiosos, fundamentalmente católicos, buscan obstruir el acceso a los derechos sexuales y reproductivos y, entre otras acciones, han iniciado demandas en la Justicia para impedir la distribución de anticonceptivos, y presionan para que no se realicen abortos no punibles. ¿Hay acciones similares en Canadá? –le preguntó este diario, al término de la conferencia.

–Los grupos religiosos en todos lados en el mundo, en Canadá como en Argentina, se oponen a la legalización del aborto. Pero lo que hace la diferencia –y he analizado la situación en siete países– es la posición oficial que el primer ministro (o presidente) adopta. La Corte Suprema y el presidente tienen un deber pedagógico con respecto a su país, que no siempre cumplen. El primer ministro en Canadá dijo en TV en el momento que se aprobó el matrimonio homosexual (en 2005) que aunque él había sido criado en la tradición católica y que esa ley no tenía que ver con sus valores, la celebraba porque Canadá no tenía que gobernarse con los valores del primer ministro sino con los valores de la igualdad –ejemplificó Milot

martes, 8 de noviembre de 2011

Librepensamiento en Argentina , Latinoamerica y el Mundo ...




2º seminario euro-argentino

Libertad de consciencia y laicismo del Estado en Argentina, Latinoamérica y el mundo: luchas, logros y horizontes

La Cátedra de Libre Pensamiento: objetivos y métodos
Ángel Jorge Clavero
Presidente de la Gran Logia Argentina de Libres y  Aceptados Masones
La autonomía de la sociedad civil para una República laica, democrática y social
Nicolás O. Breglia
Dr. En derecho (UBA), abogado especialista en derecho laboral, vice-presidente de la Gran Logia Argentina, ex profesor adjunto de derecho laboral de la Facultad de derecho y de la Facultad de ciencias económicas de la Universidad de Lomas de Zamora

¿La escuela pública argentina es laica?
Carlos A. Cebey
Maestro Normal nacional, abogado (UNL), dirigente estudiantil universitario y cofundador  de la Franja Morada, docente de los  niveles medio, terciario  y universitario, maestreando en ciencias sociales (UNLP), ex-consejero general de cultura y educación de la provincia de Buenos Aires (1996-2006), miembro del ILEC y coordinador del área educación preuniversitaria del Observatorio de la Ciudadanía, conferencista y autor de trabajos sobre la problemática educativa

El activismo ateo por la recuperación del Estado laico
Fernando Esteban Lozada
Ingeniero mecánico especializado en bioingeniería y artista plástico. Director del Congreso Nacional de Ateísmo en la Argentina, miembro fundador de la asociación civil Ateos de Mar del Plata. Miembro fundador de la Asociación para la Difusión del Pensamiento Racional,  coautor del libro Ciencia y Pseudociencia y autor de artículos en revistas nacionales e internacionales
La cuestión del laicismo en el movimiento protestante argentino
Mariano Salguero
Licenciado en ciencias sociales (Universidad Nacional de Quilmes), maestreando en sociología económica (IDAES – U.N. de San Martin), teólogo (United Theological College at McGill University, Montréal, Canada), maestreando en Teología y Sagradas Escrituras (IU ISEDET), ex asesor de presidencia en el Instituto Nacional contra la Discriminación, la Xenofobia y el Racismo (INADI), asesor parlamentario

Jerarquías eclesiásticas, catolicismos y espacio público en Argentina y el Cono Sur
Verónica Giménez Béliveau
Doctora en sociología (École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris),  especialista en cuestiones religiosas, investigadora del Consejo de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), profesora de la Universidad de Buenos Aires (UBA), miembro de la International Society of Sociology of Religion (ISSR)

Librepensamiento y libertad de conciencia: hacia un Estado laico
Marcelo Víctor Llobet
Doctor en derecho (UBA), abogado y escribano, profesor universitario, ex subgerente de la asesoría legal del Banco de la Nación Argentina, presidente del Instituto Laico de Estudios Contemporáneos (ILEC), de la Federación de Instituciones Laicas de América  (FILA), miembro del Comité de dirección de la Asociación Internacional del Libre Pensamiento (AILP

Las libertades laicas, democráticas y sociales en Europa y el mundo: balance y perspectivas
Jacques Lafouge
Abogado, escritor, vice-présidente de la Fédération Nationale de la Libre Pensée (FNLP, Francia), miembro dirigente de la International Humanist and Ethical Union (IHEU), miembro fundador de la Asociación Internacional de Libres Pensadores (AILP), autor de "Ser masón y republicano hoy" (Être franc-maçon et républicain aujourd'hui, Paris, Éditions Maçonniques de France, 2002)

14 /11/2011 (18h): Universidad Nacional de la Plata (Salón del Consejo Superior, Calle 7 entre 47 y 48), La Plata
15/11/2011 (18h): Centro Cultural de la Cooperación (Av. Corrientes  1453), Buenos Aires
16/11/2011 (19h): Universidad Nacional del Litoral, 9 de julio 2150, Santa Fe

Auspician:
Cátedras de Libre Pensamiento de la Gran Logia Argentina (Universidad Nacional de La Plata, Universidad Nacional del Litoral)
Instituto Laico de Estudios Contemporáneos
Observatorio de la Ciudadania de la masonería argentina
Asociación civil Ateos Mar del Plata
CTA Santa Fe
Centro de Estudios de Derecho (UNL)
Federación Universitaria Argentina
Federación Universitaria del Litoral

Coordinación: Dévrig Mollès - Manuel Ochandio (CLP-UNLP).



Victor Guerra. MM.:. Rito Moderno

domingo, 30 de octubre de 2011

MASONERIA FEMENINA EN ARGENTINA

El Hermano Edmundo Adosilla, nos ha permitido reproducir este trabajo que ha publicado en su blog MASON PERU, y al que damos las gracias desde aquí. 

 

 

R:.LL:.SS:. Fem:. Apodictica de La Plata N20 y Norma Mazur Nº25 Buenos Aires Jurisdiccionadas a la Gran Logia Constitucional del Perú, Visitan La Gran Logia Constitucional del Peru

MASONPERU.-Lima Peru , 28 de Setiembre del 2011 e:.v:.Delegaciones de RR:. y QQ:.HH:. de La R:.L:.S:. Fem:.Apodicticva de la Plata Nº 20, y de la R:.L:.S:.Fem:.  Norma Mazur Nº 25 de Buenos Aires, Visitaron la Gran Logia Constitucional del Perú, en  tenida Especial realizada en cadena ,fueron recibidas y  homenajeadas por el Gran Maestro de la Gran Logia Constitucional del Perú M:.R:.H:. Julio Carlos Pacheco Giron  con su Gran Cuadro de Grandes DD:. y OO:. Asi como de los VV:.MM:. de las Diferentes Logias de la Jurisdicción  . Las delegaciones Argentinas estuvieron Presididas por sus respectivas VV:.MM:. de la siguiente Manera:
R:.L:.S:.Fem:. Apodictica de la Plata Nº 20  Presidida por su V:.M:. R:.H:. Stela Maris Scar y su Cuadro de DD:.y OO:. de su Taller
R:.L:.S:.Fem:. Norma Mazur Nº 25 Representada por su V:.M:. R:.H:. Silvia Perez Leon y su Cuadro de DD:. y OO:. de su Taller. La VV:.MM:. visitadoras de la Republica Argentina, fueron Condecoradas con las Medallas de los Talleres como Miembros Honoraris de las RR:.LL:SS:. FRANCISCO BOLOGNESI 48-15, SERGE JUSTINE DE LA FERRIERE .ILLARY, UNION FRATERNAL, . Asi Mismo se hizo entrega de Presentes a cada una de la HHnas:. Argentinas , del mismo modo las RR:.LL:.SS:.Fem:. Norma Mazur Nº 25 y Apodictica de La Plata , hicieron entrega de Presentes a las HHnas y HHnos:. de los diferentes Logias de la Jurisdicción

DD:: y OO:. Presentes  de la Las Diferentes Logias de la Gran Logia Constitucional del Peru: Estuvieron Representados por :

R:.H:. Ivan Gallegos  V:.M:. de la R:.L:.S:. Union Fratrnal Nº 5
R:.H:. Luciano Scattolon Benedetti V:.M:: de la R:.L:.S:. Francisco Bolognesi Nº 48-15
R:.H:. Felipe Guevara V:.M:. de la R:.L:.S:. Mix:. Serge Justine de la Ferriere
R:.H:.Marcela Villasante P:.V:.I:. de la R:.L:.S:. Mix:. Illary
R:.H:.Llerena Bocollini P:.V:.I:. de la R:.L:.S:. Fenix Nº 137-1
Q:.H:.Jose Luis Carrasco Barolo  1er Vig:. de la R:.L:.S:. Luis Heysen Inchaustegui
Q:.H:. Edmundo Alosilla Nuñez 2do Vig:. de la R:.L:.S:. Parthenon Nº 4-10

Asi Mismo  se conto con la Presencia de
R:.H:. Armando Bazan  V:.M:. de la R:.L:.S:. Ave Fenix  del Valle de Cajamarca y del
 I:. y P:. H:. Juan Jose Saavedra

El Discurso de Orden Estuvo a Cargo del Cap:. de la R:.L:.S:. Union Fraternal Nº 5 R:.H:. Raul Navarro Ayaucan -

 
M:.R:.H:.Julio Carlos Pacheco Giron 
Gran Maestro de la Gran Logia Constitucional del Peru,
 Recivio a las VV:.MM:. de las RR:.LL:.SS:.Fem:. 
Apodictica de la Plata Nº 20 R:.H:. Stela Maris  y 
Silvia Perez Leon de la R:.L:.S:.Fem:.Norma Mazur Nº 25 
de Buenos Aires . Acompañados Por El Vice Gran Maestro
 R:.H:. Mario Rolleri Muente , R:.H:. Jaime Diaz Vidal Gran Tesorero, 
R:.H:. Llerena Bucollini Gran Secretario ,
tambien en la foto el R:.H:. Armando Bazan  
V:.M:. de la R:.L:.S:. Ave Fenix del Valle de Cajamarca

 

RR:. y QQ: HH:. Argentinas BIENVENIDAS 
 

M:.R:.H:. Julio Carlos Pacheco Giron 
Gran Maestro de la Gran Logia Constitucional del Peru y
 la V:.M:. de la R:.L:.S:. Fem:. Apodictica de la Plata Nº 20 
R:.H:. Stela Maris Scar 

 
Q:.H:. Edmundo Alosilla Miembro del Directorio  de Nuestra Revista Fenix ,
acompañado de  la R:.H:. Silvia Perez Leon V:.M:.de la 
R:.L:.S:.Fem:. Norma Mazur Nº 20 y con la R:.H:.Stela Maris Scar V:.M:. 
de la R:.L:.S:.Fem:. Apodictica de la Plata Nº 25 quien es Tambien Miembro del equipo de Prensa y Columnista de la Revista Fenix desde Argentina

 
R:.H:.Mario Rolleri Muente Vice Gran Maestro
 de la Gran Logia Constitucional del Peru y
 Director de nuestra Revista Fenix 
acompañado de la  R:.H:. Silvia Perez Leon V:.M:.de la 
R:.L:.S:.Fem:. Norma Mazur Nº 20 y con la R:.H:.Stela Maris Scar V:.M:. 
de la R:.L:.S:.Fem:. Apodictica de la Plata Nº 25 
 
 R:.L:.S:.Fem Norma Mazur Nº25  de Buenos Aires 
 con su V:.M:. al Centro R:.H:.Silvia Perz Leon
 
 R:.H:.Stela Maris Scar V:.M:. de la R:.L:.S:.Fem:. Apodictica de la Plata Nº 25 y 
R:.H:. Silvia Perez Leon V:.M:.de la R:.L:.S:.Fem:. Norma Mazur Nº 20
 
 Departiendo un Coloquie en el Gabinete del Gran Maestro
 M:.R:.H:. Julio Carlos Pacheco Giron

 



 

 
R:.H:. Luciano Scattolon  
V:.M:. de R:.L:.S:. Francisco Bolognesi 48-15 
Condecora con la Medalla de su Taller y Agradece  la Vista de la V:.M:. de 
la R:.L:.S:. Fem:. Apodictica de la Plata Nº 20 R:.H:. Stella Maris Scar
 

 
Q:.H:. Com:. Magaly Mena de la R:.L:.S:. Illary , 
entrega un Presente a la Q:.Hna:.Valeria  
Maestra de la R:.L:.S:.Fem:. Norma Mazur Nº 25  de Buenos Aires
 
Hna:. Argentina entrega Presente a su par de Peru 

 

 

R:.H:.Ivan Gallegos V:.M:. de la R:.L:.S:. Union Fraternal Nº5 
entrega Diploma de Honor a la R:.H:. Stella Maris Scar  
V:.M:. de la R:.L:.S:.Fem:. Apodictica de la Plata Nº 20 
de  valle de La Plata Argentina 

 
R:.H:.Ivan Gallegos V:.M:. de la R:.L:.S:. Union Fraternal Nº5 
entrega Diploma de Honor a la R:.H:. Silvia Leon  
V:.M:. de la R:.L:.S:.Fem:. Norma Mazur Nº 25 
de  valle de Buenos Aires 
 
R:.H:. Guevara  V:.M:. de la R:.L:.S:. Mix:. Serge Justine de La Ferriere, 
condecora con la medalla de honor de su  Taller a la
 R:.H:. Stela Maris Scar V:.M:. de la R:.L:.S:. Fem:. Apodictica de la Plata Nº 20  
R:.H:. Marcela Villasante P:.V:.I:. de la R:.L:.S:.Mix. Illary
 entrega Presente a la R:.H:. Silvia Perez Leon 
V:.M:. de la R:.L:.S:. Fem:. Norma Mazur del Valle de Buenos Aires
 
Entrega de Presentes a las HHnas:. Argentinas
 

 
R:.H:. Luciano Scattolon Benedetti 
V:.M:. de la R:.L:.S:. Francisco Bolognesi 48-15, 
condecora con la medalla de Honor de su Taller a la 
R:.H:.Silvia Perez Leon V:.M:. de la 
R:.L:.S:.Fem:. Norma Mazur Nº25 de Buenos Aires
 

 
En Fraterna Compañia las HHnas:. Argentinas en el Parvis del templo 
 
Entrga de Presentes a HHnas Argentinas